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Terceirização e pejotização: economia agora, passivo depois?
A terceirização e a contratação de pessoas jurídicas tornaram-se práticas comuns no ambiente empresarial brasileiro, especialmente após a Reforma Trabalhista. Para muitos empresários, esses modelos representam flexibilidade, redução de custos e maior agilidade operacional. O problema surge quando tais estratégias são adotadas sem critério jurídico, transformando aquilo que parecia eficiência em um passivo trabalhista de grandes proporções. Na Justiça do Trabalho, não
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há 2 dias3 min de leitura


Até onde vai a responsabilidade dos sócios nas ações trabalhistas?
Um dos maiores equívocos cometidos por empresários no Brasil é acreditar que a pessoa jurídica funciona como um escudo absoluto contra riscos trabalhistas. Essa percepção, embora comum, não encontra respaldo na prática forense. A Justiça do Trabalho, há muito tempo, deixou claro que a autonomia patrimonial da empresa não é intocável, especialmente quando se verificam abusos, confusão patrimonial ou estruturas societárias utilizadas de forma meramente formal. Na realid
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há 4 dias3 min de leitura


Fiscalização trabalhista e atuação do MPT: como as empresas devem se preparar
Para muitos empresários, a fiscalização trabalhista ainda é vista como evento improvável, quase acidental. A realidade, porém, é outra. Nos últimos anos, a atuação do Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho tornou-se mais estratégica, orientada por dados, denúncias estruturadas e inteligência institucional. O resultado é um cenário no qual empresas despreparadas são surpreendidas por autos de infração, termos de ajuste de conduta e ações civis públicas com
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há 7 dias3 min de leitura


Diagnóstico trabalhista: o passivo que sua empresa pode estar criando sem perceber
Muitos empresários acreditam que o passivo trabalhista nasce apenas quando a empresa descumpre deliberadamente a lei ou quando enfrenta uma reclamação judicial concreta. Essa percepção, embora comum, é equivocada. Na prática, grande parte dos passivos trabalhistas surge de rotinas empresariais aparentemente regulares , que, com o tempo, passam a ser reavaliadas pela jurisprudência e se transformam em fonte de elevado risco financeiro. O diagnóstico trabalhista surge e
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31 de dez. de 20253 min de leitura


Compliance trabalhista: quando a boa intenção pode virar passivo jurídico
Nos últimos anos, o termo compliance trabalhista passou a circular com força no meio empresarial, frequentemente associado à ideia de proteção jurídica e modernização da gestão. Muitas empresas, buscando alinhar-se às boas práticas de governança, passaram a adotar códigos de conduta, canais de denúncia e políticas internas. Contudo, à medida que essas iniciativas se expandiram sem o devido cuidado técnico, surgiu um fenômeno preocupante: o compliance mal estruturado passou a
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29 de dez. de 20254 min de leitura


O dado é o novo petróleo: por que sua empresa está sentada em um barril de risco?
As empresas brasileiras vivem hoje um paradoxo curioso. De um lado, valorizam intensamente dados de clientes, colaboradores e fornecedores, utilizando-os para contratar, vender, fidelizar e segmentar. De outro, tratam esses mesmos dados como se fossem irrelevantes, sem implementar políticas mínimas de proteção. É exatamente nessa contradição que reside o risco. Na economia digital, o dado é o novo petróleo : gera lucro quando bem administrado, mas produz explosões quando negl
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25 de dez. de 20255 min de leitura


As habilidades indispensáveis do advogado de empresas no novo tempo
Há algum tempo venho amadurecendo uma convicção que, hoje, já não guardo apenas como intuição profissional, mas como posição clara: não acredito mais que o bom advogado empresarial seja, antes de tudo, um grande contencista. A experiência prática, o convívio com empresários e a observação do funcionamento real do Judiciário brasileiro me levaram a uma conclusão incômoda para alguns, mas necessária: o advogado de empresas precisa ser, primordialmente, um negociador nato.
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24 de dez. de 20253 min de leitura


Assédio moral no teletrabalho e no ambiente digital: o novo desafio das empresas
Desde a consolidação do home office após a pandemia, novas formas de violência laboral emergiram nos ambientes corporativos. Embora o teletrabalho tenha ampliado autonomia e flexibilidade, ele também abriu espaço para práticas abusivas que antes não existiam com a mesma intensidade. A cartilha do Tribunal Superior do Trabalho, em sua página 14, identifica três manifestações preocupantes desse fenômeno: cyberbullying, assédio moral virtual e teleassédio moral. Se antes

Rodrigo Bezerra
22 de dez. de 20255 min de leitura


Assédio moral organizacional: quando o problema não é a pessoa, é a estrutura da empresa
Durante muito tempo, o debate sobre assédio moral no trabalho girou em torno de indivíduos: um gestor agressivo, um colega hostil, um supervisor que ultrapassa limites. Entretanto, quando se observa com mais atenção a dinâmica das empresas contemporâneas, percebe-se que o assédio nem sempre nasce da personalidade de alguém, mas da própria forma como a empresa escolhe gerir pessoas, metas e resultados. É nesse cenário que surge o assédio moral organizacional, talvez o fenômeno

Rodrigo Bezerra
18 de dez. de 20253 min de leitura


Por que falar de assédio moral é vital para a saúde financeira e reputacional da empresa
Embora muitas organizações ainda tratem o assédio moral como um episódio isolado ou como conflito meramente pessoal entre colaboradores, a verdade é que esse fenômeno possui efeitos profundos e complexos sobre a estrutura da empresa, afetando diretamente sua produtividade, sua reputação e, inevitavelmente, sua saúde financeira. Quando o ambiente de trabalho é marcado por práticas abusivas, não é apenas a vítima que adoece; adoece também a organização, que passa a carregar um

Rodrigo Bezerra
16 de dez. de 20253 min de leitura


O tratamento legal do assédio moral no Brasil: leis, normas, punições e jurisprudência
Embora o assédio moral tenha ganhado maior visibilidade nos últimos anos, muitos empresários ainda desconhecem a profundidade de seu tratamento jurídico no ordenamento brasileiro, bem como as múltiplas esferas de responsabilidade que podem ser acionadas quando uma conduta abusiva se consolida no ambiente de trabalho. Porque a legislação brasileira, ainda que fragmentada, trata o tema de forma ampla e contundente, convém examinar como o Direito Civil, o Direito do Trabalho, o

Rodrigo Bezerra
11 de dez. de 20254 min de leitura


Como prevenir o assédio moral nas empresas: o papel do empresário e da gestão
Quando se analisa o fenômeno do assédio moral nas organizações, percebe-se que a maioria dos conflitos poderia ter sido evitada se os ambientes corporativos fossem estruturados com políticas de prevenção claras, mecanismos de denúncia efetivos e lideranças devidamente treinadas. Embora muitas empresas imaginem que apenas casos extremos geram responsabilização, a verdade é que o assédio, quando tolerado pela gestão, converte-se rapidamente em passivo financeiro, riscos reputac

Rodrigo Bezerra
9 de dez. de 20254 min de leitura


Tendências empresariais para 2026: o ano da governança jurídica, da segurança digital e da inteligência contratual
À medida que o ciclo empresarial de 2025 se encerra, observa-se que as empresas que sobreviveram — e prosperaram — não foram necessariamente as maiores, mas as mais bem preparadas juridicamente. Esse fenômeno, que ganhou força nos últimos anos, deve se intensificar em 2026, quando o ambiente corporativo brasileiro enfrentará um cenário complexo composto por transformação digital acelerada, aumento do escrutínio regulatório, amadurecimento do mercado de dados pessoais, novas d

Rodrigo Bezerra
8 de dez. de 20256 min de leitura


Assédio moral no trabalho: O que é, o que não é, e por que a distinção importa para as empresas
Embora o ambiente de trabalho seja, por natureza, um espaço de cobrança, metas e exigências legítimas, é nele também que surgem condutas abusivas cujas fronteiras muitos empregadores ainda não compreendem com clareza. Quando se ignora a linha que separa a gestão firme do comportamento humilhante, abre-se espaço para o fenômeno do assédio moral, que, nas últimas décadas, passou a ser reconhecido pela doutrina, pelos tribunais e pela legislação como uma das principais causas de

Rodrigo Bezerra
6 de dez. de 20254 min de leitura


Goodwill e valor da marca: o que entra na apuração de haveres do sócio que sai
Ao calcular o valor da participação de um sócio que deixa a empresa, a questão mais sensível costuma ser esta: o que realmente deve entrar na apuração de haveres? Ativos físicos, como imóveis e veículos, são fáceis de mensurar. Mas e quanto aos ativos intangíveis — como a marca, a clientela, a reputação, o know-how e a própria imagem da empresa no mercado? Esses elementos, embora imateriais, podem representar a maior parte do valor econômico de um negócio modern

Rodrigo Bezerra
4 de dez. de 20254 min de leitura


Como prevenir disputas societárias: cláusulas contratuais que evitam dissoluções litigiosas
Poucas coisas são mais desgastantes para uma empresa do que ver sua energia e seus recursos drenados por uma disputa entre sócios. Brigas internas, quebra de confiança, bloqueios judiciais e apuração de haveres interminável costumam ser sintomas de um mesmo mal: a ausência de cláusulas preventivas no contrato social ou no acordo de sócios . Em Direito Societário, a máxima é simples e verdadeira: conflitos não se evitam no litígio, evitam-se no contrato. 1. O papel preventiv

Rodrigo Bezerra
2 de dez. de 20254 min de leitura


Sociedade limitada em conflito: responsabilidades e litígios após a saída de um sócio
Em teoria, a dissolução parcial encerra o vínculo jurídico entre o sócio e a sociedade. Na prática, porém, o fim da relação na sociedade limitada raramente é o fim dos problemas. Mesmo após a retirada, exclusão ou falecimento de um sócio, obrigações, responsabilidades e litígios podem permanecer — alguns por anos, dependendo do caso e da forma como o desligamento foi conduzido. Compreender quais são os limites da responsabilidade do sócio que sai, e os deveres que subsi

Rodrigo Bezerra
27 de nov. de 20254 min de leitura


O impacto da dissolução parcial na empresa remanescente: continuidade, governança e riscos
Quando um sócio sai da sociedade — seja por retirada, exclusão ou falecimento —, o efeito não se limita ao seu desligamento. A empresa remanescente também é profundamente afetada , pois precisa lidar com ajustes de capital, reorganização administrativa, redistribuição de poder e, em muitos casos, desgaste emocional entre os sócios que permanecem. A dissolução parcial, portanto, não é apenas um fenômeno jurídico: é também um evento econômico e de governança , que exige pl

Rodrigo Bezerra
25 de nov. de 20254 min de leitura


A data-base na dissolução parcial: o ponto de partida para apurar o valor do sócio retirante
Em toda dissolução parcial, uma das decisões mais importantes — e também mais polêmicas — é a definição da data-base para a apuração de haveres. Ela representa o marco temporal a partir do qual se calcula o valor da participação do sócio que está saindo da empresa. Embora pareça uma questão contábil, a data-base é, na verdade, uma questão jurídica de altíssimo impacto econômico . Uma diferença de poucos meses pode alterar significativamente o valor devido, especialmen

Rodrigo Bezerra
20 de nov. de 20254 min de leitura


Apuração de haveres: como calcular o valor do sócio que sai da empresa
Quando um sócio deixa a sociedade, seja por retirada, exclusão ou falecimento, surge uma questão inevitável: quanto vale sua participação? A resposta está na apuração de haveres , um dos temas mais complexos e, ao mesmo tempo, mais negligenciados do direito societário brasileiro. A falta de critérios claros para essa apuração é responsável por longos litígios judiciais , desgaste emocional e até a quebra de empresas saudáveis. Por isso, compreender o que é, como se calc

Rodrigo Bezerra
18 de nov. de 20254 min de leitura
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