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Cadeia de fornecedores e clientes: por que a reforma tributária exige revisão contratual em rede
A maioria das empresas não opera sozinha. Elas funcionam em rede. Fornecedor entrega ao fabricante. Fabricante vende ao distribuidor. Distribuidor atende ao varejista. Varejista alcança o consumidor final. No meio disso tudo, contratos conectam cada elo. Com a reforma tributária de 2026, baseada na implementação do IBS e da CBS, essa rede deixa de ser apenas operacional. Ela se torna fiscalmente interdependente. E isso muda completamente a forma como os contra
Rodrigo Bezerra
9 de mar.4 min de leitura


Contratos de locação em 2026: proteção tributária e econômica na reforma tributária
Em 2026, contratos de locação e arrendamentos corporativos deixam de ser “documentos de rotina” e passam a ocupar o centro da estratégia de proteção de caixa. A razão é objetiva: a reforma tributária redesenha a tributação sobre operações com bens e serviços, alcançando também a locação em hipóteses que, historicamente, eram tratadas de modo distinto no sistema antigo. O empresário que mantém contratos antigos, com redações genéricas sobre tributos, reajustes e reequi
Rodrigo Bezerra
4 de mar.5 min de leitura


Quando a revisão contratual é obrigação legal — e quando é decisão estratégica
Nem toda revisão contratual nasce da vontade do empresário. Algumas decorrem de imposição legal. Outras, porém, decorrem de maturidade empresarial. Confundir essas duas dimensões é um erro comum. Há situações em que a empresa é obrigada a revisar contratos por força de lei, norma regulatória ou mudança legislativa. Em outros casos, a revisão não é compulsória, mas representa decisão estratégica que protege margem, reduz litígios e aumenta competitividade. Saber distinguir ess
Rodrigo Bezerra
2 de mar.3 min de leitura


Contratos empresariais e o crédito tributário na reforma de 2026: como garantir que seu contrato não neutralize seu próprio benefício fiscal
A reforma tributária promete simplificação. Mas, para quem não se preparar, ela pode significar perda silenciosa de crédito e erosão de margem. O novo sistema baseado na CBS e no IBS opera sob lógica de não cumulatividade ampla. Em tese, isso favorece as empresas. Na prática, entretanto, o aproveitamento do crédito tributário dependerá de estrutura documental adequada, correta formalização das operações e, sobretudo, redação contratual precisa. Contrato mal redigido p
Rodrigo Bezerra
26 de fev.3 min de leitura


Revisão contratual tributária em 2026: como ajustar cláusulas de repasse, reequilíbrio e custo na nova ordem fiscal
A reforma tributária não altera apenas o sistema de arrecadação. Ela altera o custo do negócio. E quando o custo muda, o contrato precisa acompanhar. Empresas que não revisarem suas cláusulas em 2026 correm o risco de absorver tributos indevidamente, perder créditos fiscais ou enfrentar disputas contratuais por desequilíbrio econômico-financeiro. O impacto não será teórico. Será direto no caixa. Revisar contratos agora é questão de inteligência estratégica. 1. Cláus
Rodrigo Bezerra
23 de fev.3 min de leitura


Contratos e reforma tributária em 2026: por que revisar cláusulas é questão de sobrevivência — e oportunidade
A reforma tributária deixou de ser debate teórico. Ela já começou a impactar a estrutura econômica das empresas. E 2026 marca o início prático de uma nova lógica fiscal no Brasil. O empresário que ainda enxerga o contrato como um documento arquivado na gaveta está atrasado. Na nova ordem tributária, contrato é instrumento de proteção de margem, de garantia de crédito e de preservação de competitividade. Ignorar isso não é neutralidade. É risco. A nova ordem tributár
Rodrigo Bezerra
19 de fev.3 min de leitura


Cláusulas protetivas clássicas no Direito Empresarial brasileiro (e como o Judiciário as enxerga)
Nos contratos empresariais, as cláusulas protetivas mais conhecidas costumam ser também as mais mal utilizadas. Não raras vezes, são copiadas de modelos genéricos, inseridas sem adaptação à realidade do negócio ou redigidas de forma excessivamente rígida, o que acaba enfraquecendo — e não fortalecendo — a posição das partes. O resultado é previsível: quando o conflito chega ao Judiciário, a cláusula que deveria proteger passa a ser questionada ou até afastada. O Super

Rodrigo Bezerra
16 de fev.4 min de leitura


Cláusulas protetivas em contratos empresariais: por que prevenir é melhor do que litigar
No ambiente empresarial, ainda é comum tratar o contrato como mera formalidade para “colocar o negócio de pé”. Assina-se rapidamente, muitas vezes com modelos genéricos, e confia-se que eventuais problemas serão resolvidos quando — e se — surgirem. Essa lógica, embora recorrente, é uma das principais causas de conflitos societários, disputas contratuais onerosas e perda de valor econômico. O contrato empresarial moderno não é um instrumento de guerra para ser sacado n

Rodrigo Bezerra
12 de fev.3 min de leitura


Sociedade de Propósito Específico (SPE), Holding ou Sociedade Limitada Comum? Como escolher a estrutura societária correta
Depois de compreender o que é uma Sociedade de Propósito Específico e analisar suas vantagens, riscos e tributação, chega o momento decisivo: qual estrutura societária faz mais sentido para o seu negócio . Essa escolha, embora muitas vezes tratada como detalhe burocrático, tem impacto direto na governança, na exposição a riscos, na tributação e até na atratividade para investidores. Percebo, como advogado empresarial, que muitos empresários adotam a SPE por associação automát

Rodrigo Bezerra
9 de fev.3 min de leitura


Tributação, vantagens e riscos da Sociedade de Propósito Específico (SPE): o que o empresário precisa saber antes de adotar essa estrutura
Após compreender o que é uma Sociedade de Propósito Específico e por que ela surgiu, o passo seguinte — e talvez o mais sensível — é analisar se a SPE faz sentido do ponto de vista econômico, tributário e jurídico . É exatamente nesse momento que muitos projetos bem-intencionados começam a acumular riscos desnecessários, quase sempre por decisões tomadas com base em expectativas equivocadas. Tenho observado, como advogado empresarial, que a SPE costuma ser apresentada a

Rodrigo Bezerra
5 de fev.4 min de leitura


Sociedade de Propósito Específico (SPE): o que é, por que surgiu e para que serve
Nos últimos anos, o termo Sociedade de Propósito Específico (SPE) passou a frequentar com cada vez mais intensidade o vocabulário empresarial. Incorporadores, investidores, empreendedores do setor de energia, construção civil e infraestrutura falam de SPE como se fosse uma solução natural para qualquer projeto. O problema é que, muitas vezes, o conceito é adotado sem a devida compreensão de sua finalidade jurídica e econômica. Tenho percebido, como advogado empresarial

Rodrigo Bezerra
2 de fev.4 min de leitura


Grupo econômico na execução trabalhista: por que o STF rejeitou o “arrastão” automático"
Durante muitos anos, consolidou-se na prática forense trabalhista a ideia de que, uma vez frustrada a execução contra a empresa empregadora, outras empresas do mesmo grupo poderiam ser incluídas automaticamente no polo passivo, quase como um efeito dominó. Esse entendimento, embora difundido, sempre gerou enorme insegurança jurídica, sobretudo para empresários que estruturam suas atividades por meio de múltiplas pessoas jurídicas. O Supremo Tribunal Federal, ao ana

Rodrigo Bezerra
29 de jan.4 min de leitura


Divórcio e quotas societárias: quando o ex-cônjuge não vira sócio, mas tem direito ao caixa da empresa
Um dos temas que mais geram surpresa — e preocupação — entre empresários é a relação entre divórcio e quotas societárias . Não raro, o sócio acredita que, por o ex-cônjuge não integrar formalmente a sociedade, a empresa estaria completamente blindada dos efeitos da partilha. Essa percepção, contudo, não corresponde ao entendimento atual da jurisprudência. O Superior Tribunal de Justiça consolidou orientação no sentido de que o ex-cônjuge não se torna sócio da empresa ,

Rodrigo Bezerra
26 de jan.3 min de leitura


Indenização legal na rescisão de contrato de prestação de serviços entre empresas: o alerta do art. 603 do Código Civil
Durante muito tempo, consolidou-se no meio empresarial a ideia de que apenas pessoas físicas gozariam de algum tipo de proteção legal em caso de rescisão abrupta de contratos de prestação de serviços. Nos contratos entre empresas (B2B), prevaleceu a noção de que tudo dependeria exclusivamente do que estivesse escrito no instrumento contratual. Essa percepção, contudo, não corresponde mais ao entendimento atual da jurisprudência. O Superior Tribunal de Justiça passou a r

Rodrigo Bezerra
21 de jan.4 min de leitura


Guia técnico: As novas regras de registro empresarial (IN DREI nº 01/2025)
Por Rodrigo Bezerra O Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI) iniciou 2025 com uma atualização normativa profunda. A Instrução Normativa nº 01/2025 consolidou mudanças que afetam desde a escolha do nome empresarial até os procedimentos de transformação societária. Para o empresário e para nós, advogados, entender essas regras é o primeiro passo para garantir que o crescimento do negócio não seja travado por entraves burocráticos nas Juntas Come

Rodrigo Bezerra
19 de jan.2 min de leitura


O desafio da expansão por franquias em 2026: o contrato é apenas o fim de uma jornada
Por Rodrigo Bezerra Muitos empresários sonham em transformar seus negócios em franquias, mas poucos estão de fato preparados para dar esse passo com segurança estratégica. Frequentemente, recebo clientes com o desejo imediato de elaborar um contrato de franquia, mas basta uma breve análise estratégica para concluirmos que a empresa ainda não atingiu a maturidade necessária para essa jornada. É fundamental afirmar que franquear exige muito mais do que ter um negócio ren

Rodrigo Bezerra
15 de jan.2 min de leitura


A reforma do Código Civil e o novo paradigma dos contratos empresariais
O cenário jurídico de 2026 marca o ápice de uma transição normativa iniciada há dois anos: a consolidação da Reforma do Código Civil Brasileiro. Para o empresário moderno, essa mudança não representa apenas uma atualização de artigos, mas uma alteração profunda na filosofia contratual. Como advogado com foco em estratégia empresarial, analiso que o novo texto legal busca equilibrar a autonomia da vontade com a preservação da atividade econômica diante de imprevistos. 1. A aut

Rodrigo Bezerra
12 de jan.3 min de leitura


Terceirização e pejotização: economia agora, passivo depois?
A terceirização e a contratação de pessoas jurídicas tornaram-se práticas comuns no ambiente empresarial brasileiro, especialmente após a Reforma Trabalhista. Para muitos empresários, esses modelos representam flexibilidade, redução de custos e maior agilidade operacional. O problema surge quando tais estratégias são adotadas sem critério jurídico, transformando aquilo que parecia eficiência em um passivo trabalhista de grandes proporções. Na Justiça do Trabalho, não

Rodrigo Bezerra
7 de jan.3 min de leitura


Até onde vai a responsabilidade dos sócios nas ações trabalhistas?
Um dos maiores equívocos cometidos por empresários no Brasil é acreditar que a pessoa jurídica funciona como um escudo absoluto contra riscos trabalhistas. Essa percepção, embora comum, não encontra respaldo na prática forense. A Justiça do Trabalho, há muito tempo, deixou claro que a autonomia patrimonial da empresa não é intocável, especialmente quando se verificam abusos, confusão patrimonial ou estruturas societárias utilizadas de forma meramente formal. Na realid

Rodrigo Bezerra
5 de jan.3 min de leitura


Fiscalização trabalhista e atuação do MPT: como as empresas devem se preparar
Para muitos empresários, a fiscalização trabalhista ainda é vista como evento improvável, quase acidental. A realidade, porém, é outra. Nos últimos anos, a atuação do Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho tornou-se mais estratégica, orientada por dados, denúncias estruturadas e inteligência institucional. O resultado é um cenário no qual empresas despreparadas são surpreendidas por autos de infração, termos de ajuste de conduta e ações civis públicas com

Rodrigo Bezerra
2 de jan.3 min de leitura
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